Cléo Ferreira, Coordenação de Responsabilidade Social da Merck
Em nossa visita a Agência de Capacitação em Realengo, podemos constatar a metodologia empregada e os resultados sociais animadores proporcionados pelo projeto do Banco da Providência. O projeto trabalha a diversidade, o potencial e auto estima dos beneficiados e fica claro a dedicação e seriedade de todos os que estão envolvidos e a forma carinhosa com que todos são tratados. A possibilidade de tirar uma pessoa da linha de pobreza e dar a ela uma nova perspectiva de vida é muito gratificante! Apoiar este projeto tão importante do Banco da Providência vai ao encontro da filosofia de Responsabilidade Social da Merck, de promover a inclusão, por meio da capacitação profissional, de pessoas em risco social, moradoras das comunidades vizinhas. Por essa razão decidimos patrocinar a Agência de Família da Gardênia Azul, bairro próximo ao nosso Parque Industrial.
Cléo Ferreira,
Coordenação de Responsabilidade Social da Merck
Daniel Gomes, novo doador
Já sabia da existência da instituição, mas não a conhecia à fundo. Então dei uma busca no Google e acabei conhecendo o site. Fiquei impressionado com a riqueza de informações e, principalmente, com a prestação de contas que a instituição faz de cada ano. Por isso me senti confiante em fazer minha parte para diminuir a desigualdade social que vivemos.
Daniel Gomes
Começou sua contribuição em Janeiro de 2012
Magaly e Luciana, Alunas do curso de Corte e Costura da Agência de Capacitação
Em nossa batalha pela conquista do saber às vezes nos embolamos na linha das dificuldades, furamos os dedos na agulha dos problemas e dói.
Mas quem disse que a vida tem costura reta?
A vida é feita na overlock, não podemos pisar com medo porque a costura pega na pontinha e se desfaz porém se nos enchermos de soberba e pisarmos fundo podemos errar, cortar a vida e nem sempre a vida nos dá a chance de voltar atrás.
Portando mesmo usando o costurez que é a língua que aprendemos aqui, seja prudente.
Orgulha-te de ser profissional como a Deni , mas também como ela seja humilde para aprender sempre.
Magaly e Luciana
Alunas do curso de Capacitação
Alice Gonçalves, Assistente Social
Chamamos os cursos da Agência de Capacitação de "aprender fazendo" pois aplicamos a teoria junto a prática com aulas de habilidade básica e gestão para que os alunos associem melhor seus orçamentos a condições de empo e material utilizado no trabalho. O objetivo do curso além de preparar profissionais de qualidade para o mercado é também estimulá-los para que eles possam por conta própria direcionar suas produções.
Ensinamos também comportamento em local de trabalho, maneiras de falar e se vestir, e com isso vemos que a auto estima de nossos futuros profissionais é renovada, eles notam diferenças e transformações positivas em suas vidas.
O Banco da Providência e seus parceiros cedem materiais e auxiliam os alunos no transporte de casa até a unidade do curso, o que é fundamental para dar continuidade a esse belíssimo trabalho.
Alice Gonçalves
Assistente Social da Agência de Capacitação
Fabiano Barbosa França
A vida às vezes nos coloca em situações de angústia. Infeliz eu vivia com ela pois não sabia como iniciar a luta. Perdido em meus pensamentos, em como poderia dar um jeito, preocupado em manter meus filhos e vencer o preconceito.
Conheci um grande amigo, o agente de cidadania que levanta os caídos , dando a mão a maioria. Resolvi caminhar com ele, e minha cabeça comecei a erguer. Aprendi que no mundo só vence quem á cansou de perder.
Toda vitória tem um processo, cujo qual tenho que cumprir. Superando as dificuldades sem pensar em desistir, pois se Deus nos pôs nessa terra foi para cair e saber a levantar, estou aprendendo com essa agência a levantar e caminhar. Eu tenho comigo a certeza de que nada irá me deter, pois trago minha fé em Deus junto à vontade de aprender.
Tendo estas qualidades e me sinto mais confiante e planejo meu futuro com um sorriso ainda mais radiante.
Fabiano Barbosa França
Foi atendido pela Agência da Cidadania e já está trabalhando
Leda Magalhaes, assistente social das Agências de família
Escolhidas as famílias que irão participar do projeto começa um processo de 8 encontros, incluindo a capacitação para o mercado de trabalho e o encaminhamento para as agências de emprego. Ao todo ficamos 9 meses acompanhando essas famílias. O resultado não é só emprego, é auto estima que elas saem daqui, as amizades feitas, a qualidade de vida. Posso dizer que não é só um efeito quantitativo na vida dessas famílias, e sim qualitativo.
É realmente fantástico para nós chegar ao final do período e ver o resultado, é gratificante quando podemos dizer que valeu a pena.
Leda Magalhaes
Assistente social das Agências de família - Jardim América e Irajá
Sr. Hertz Uderman, doador
Eu sou doador do Banco da Providência pois acredito que temos que dar o anzol e ensinar a pescar, e é isso que o Banco faz.
Sr. Hertz Uderman
Doador desde 1995
Antonio Godoy, doador
Acredito 100% no trabalho do Banco. Conheço a filosofia da organização e se tem um lugar que eu tenho segurança da utilização do meu dinheiro, este lugar é o Banco da Providência.
Antonio Godoy
Doador desde 2005
Sérgio Luiz Bento
Eu queria trabalhar, mas não me adaptava às mudanças e exigências desse mercado. Agora eu sei que estou apto a lutar por uma vaga de emprego e tenho certeza que posso ser escolhido, pois hoje eu confio em mim mesmo, hoje eu sei que sou capaz.
Sérgio Luiz Bento
Foi atendido pela Agência Emaús e já está trabalhando
O Riosolidário
Obra Social do Rio de Janeiro e o Banco da Providência compartilham o mesmo ideal: atuar como agente de transformação através da inclusão social. Cumprindo nosso papel de unir esforços do Estado, da sociedade civil e da iniciativa privada para o desenvolvimento de projetos que visem à redução das desigualdades atuamos, também, no sentido de apoiar programas que sejam considerados exemplares como o Banco da Providência.
Daniela Pedras
Diretora Presidente do RIOSOLIDARIO - Obra Social do Rio de Janeiro
Associação Comercial do Rio de Janeiro
Ao longo dos anos a Light colaborou de diferentes formas com o Banco da Providencia. Mais recentemente, nos ultimos 4 anos, passamos a ser o principal colaborador financeiro de eventos como a Feira da Providencia e o Arraial Junino porque consideramos que a continuidade desta obra que teve em Dom Helder seu grande inspirador é fundamental pelos seus resultados diretos e mais ainda pelos indiretos, especialmente a conscientizaçào da sociedade em prol da filantropia e da caridade.
As empresas do Rio de Janeiro devem se debruçar com atenção na pergunta : quem ganha quando a sociedade se torna mais fraterna, quando as grandes carencias sao mitigadas e quando um trabalho sério social tem continuidade por décadas ? Ganham todos e especialmente ganham elas tambem. Por isso considero um dever, ao lado da pratica da maior das virtudes, o apoio de todo corpo empresarial ao Banco da Providencia.
José Luiz Alquéres
Presidente da ACRJ- Associação Comercial do Rio de Janeiro
Fundação Brava
Nós, da BRAVA, acreditamos muito na importância que as organizações do terceiro setor possuem hoje na sociedade, pois além de se comprometerem e doarem esforços e recursos frente as demandas de um público específico (sejam pessoas de baixa renda, índios, negros, entre outros), essas organizações funcionam como verdadeiros laboratórios de projetos sociais, que podem contribuir futuramente para a elaboração de políticas públicas mais inovadoras e eficientes.
Em nosso diagnóstico, muitas dessas organizações, com um trabalho excepcional e de alto impacto, deixam de existir ou perdem força por causa de falhas gerenciais ou falta de foco. Por isso, a BRAVA se propõe a auxiliá-las na melhoraria dessa dinâmica, apresentando soluções e apontando caminhos para melhorar a gestão interna dessas organizações, acreditando sempre que a partir de uma gestão mais eficiente se conquista resultados sociais mais expressivos.
Investimos na gestão do Banco da Providência porque a organização atendia a todos os critérios estabelecidos pela BRAVA durante o nosso processo de seleção, como ser uma organização com alto impacto social, ser referência no seu setor de atuação, apresentar desafios signficativos de gestão e ter uma liderança aberta para conduzir o processo e para depois multiplicar a metodologia. O Banco hoje está servindo de modelo para muitas organizações do terceiro setor, não só no Rio de Janeiro, mas em todo o Brasil.
O Banco da Providência com certeza se destaca frente a outras organizações por ter um modelo de gestão transparente. Hoje os recursos são cada vez mais limitados e disputados entre as organizações do terceiro setor, por isso somente aquelas que possuem um trabalho sólido, com resultados concretos e que comunicam não só os resultados dos projetos, mas também a administração dos recursos de forma transparente garantem a fidelização dos seus investidores.
Letícia Piccolotto Ferreira
Diretora executiva da Fundação Brava